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sexta-feira, 4 de maio de 2012

DESCOBERTAS SURPREENDENTES - A CASA DE NOSSA SENHORA



Continuação do post anterior

Desmentida a intervenção humana

Aventaram-se hipóteses de uma trasladação operada por homens. Além de carecerem de qualquer documentação, elas se revelaram insustentáveis do ponto de vista científico.


Para essas hipóteses serem históricas teria sido necessário desmontar as pedras e os tijolos da Casa em Nazaré para depois refazer as paredes no local de chegada. A operação deveria ter sido repetida em cada uma das mudanças.

Desde a Palestina até a costa do Mar Adriático, onde a Casa apareceu em cinco lugares diversos, medeiam dois mil quilômetros de viagem terrestre e marítima. Materialmente, o transporte teria sido impossível sem graves danos, perdas e/ou sinais da mudança.


Rapidez inexplicável da translação

Acresce-se, ainda, a momentaneidade – ou quase – da viagem. Os dados conhecidos apontam que a Santa Casa saiu de Nazaré em maio de 1291. A chegada a Tersatto (primeira etapa) aconteceu em 9/10 de maio de 1291, segundo registro esculpido em pedra na época. 



Santa Casa de Loreto:
a translação milagrosa
e a ciência
A Santa Casa foi retirada milagrosamente da Palestina para impedir que caísse nas mãos dos maometanos. De fato, São João de Acre, a última fortaleza do Reino Latino de Jerusalém criado pelas Cruzadas, começou a ser sitiada pelo sultão Khalil em 5 de abril de 1291.

Acabou caindo em mãos anticristãs em 28 de maio de 1291. Nazaré fica a 41 km desse antigo enclave cristão. A desgraça pôs fim à hegemonia católica na Terra Santa.

O santuário de Nazaré estava muito ligado aos Cruzados. A primeira igreja construída no local foi arrasada em 1090 pelos turcos seljúcidas que haviam invadido a Terra Santa. A Santa Casa salvou-se, pois ficava na cripta do santuário e os bárbaros cegados não perceberam.


Nazaré: cripta da igreja da Anunciação, gruta à esquerda


As atrocidades desses turcos levaram o Bem-aventurado Papa Urbano II a convocar a I Cruzada. Após a tomada de Jerusalém por Godofredo de Bouillon, um magnífico santuário foi construído sobre a cripta.


Ele foi visitado por São Francisco de Assis na sua viagem à Terra Santa para tentar converter o sultão turco, nos anos 1219-1220. Também por São Luís IX, que tentava recuperar a Terra Santa, além de muitos outros santos e cruzados. 


Em 1263 os islâmicos demoliram o santuário, mas a cripta voltou a ser salva providencialmente. Com a queda da última fortaleza cruzada, os dias estavam contados para essa relíquia extraordinária da História da Salvação.


Sem alicerces: um milagre permanente

Outro fato extraordinário é o de sua instalação numa estrada pública de Loreto. 



Esse posicionamento é humanamente impossível, segundo os arqueólogos e arquitetos que examinaram o subsolo da Santa Casa e a estrada sobre a qual ela está apoiada.

O arquiteto Giuseppe Sacconi (1854-1905), por exemplo, constatou que “a Santa Casa está apoiada em parte sobre a extremidade da estrada velha e em parte sobre um antigo fosso”, inexistindo base material para ali erigir uma casa (“Annali Santa Casa”, ano 1925, nº 1). 

Um elemento arqueológico relevante, o qual fala em favor de que a casa “posou” e não foi construída ou reconstituída, é que no local foi encontrado um espinheiro que se achava na margem da estrada e que ficou preso e esmagado entre a Casa e o solo no momento em que a Casa desceu.


Romeiros no lado externo da Santa Casa de Loreto


O arquiteto Federico Mannucci (1848-1935) foi encarregado pelo Papa Bento XV de examinar os alicerces da Santa Casa de Nossa Senhora, numa ocasião em que foi necessário renovar o piso, após um incêndio em 1921. 

Mannucci redigiu um relatório em 1923 onde afirma ser “absurdo achar” que a construção possa ter sido transportada “com meios mecânicos” (F. Mannucci, Annali della Santa Casa , 1923, 9-11).

Mannucci escreveu que “é surpreendente e extraordinário o fato de o prédio da Santa Casa se conservar inalterado, sem ceder o mínimo sequer, e sem a menor rachadura ou lesão nas paredes, malgrado não se encontrar apoiado em alicerce algum, sobre um terreno sem qualquer consistência, solto e sobrecarregado, ainda que parcialmente, pelo peso da cúpula construída para substituir o teto” (F. Mannucci, Annali della Santa Casa, 1932, 290). 


Religioso cientista explica

O Pe. Giuseppe Santarelli, capuchinho e também historiador e arqueólogo de renome internacional, dedicou grande parte da sua vida para organizar, em colaboração com outros cientistas famosos, pesquisas sobre a origem da casa. Suas numerosas publicações sobre o caso fizeram história.


A Casa foi trazida de Nazaré à Itália “para salvá-la da destruição”, explica o religioso-cientista. “Na segunda metade do século XIII, a Palestina vivia uma grande e violenta invasão muçumana, com a destruição sistemática de lugares santos cristãos”.


Mas por que a Itália e não outro lugar? “Não sabemos. Os antigos historiadores, fiéis naturalmente, diziam que ‘por um desígnio providencial’, a casa da Virgem havia passado da terra de Cristo à terra do Vaticano de Cristo”. Loreto então formava parte dos Estados Pontifícios.


“Foram realizadas investigações de todo tipo. Todas demonstraram sempre que a narração da história é autêntica. Isso quer dizer que a Casa de Loreto é a mesma de Nazaré”.

Achados do arqueólogo Nerio Alfieri

Maqueta da casa de Nazaré:  as três paredes foram a Loreto;  a gruta e os alicerces ficaram
Maqueta da casa de Nazaré:
as três paredes foram a Loreto;
a gruta e os alicerces ficaram

“Naturalmente, continua Frei Giuseppe Santarelli, as investigações mais importantes foram executadas nos tempos modernos. Sobretudo as realizadas em Nazaré entre 1955 e 1960 supervisionadas pelo padre Bellarmino Bagatti, um dos mais ilustres arqueólogos do século XX, e as realizadas em Loreto pelo arquiteto Nerio Alfieri, professor de arqueologia na Universidade de Bolonha.

“As investigações do professor Alfieri demonstraram que esta construção está cheia de anomalias absurdas, em um claro contraste com as construções da região e também com as regras urbanísticas existentes no século XIII. 


“A casa não tem bases próprias, é constituída somente por três paredes, as quais, até uma altura de quase três metros, estão feitas de pedra e se sabe que na região não existem pedreiras e que todas as construções daquela época eram feitas de tijolos.

“É anômalo que a única porta, a original, se encontre no centro da parede larga e não da pequena, como em todas as igrejas e capelas daquele tempo e que esteja colocada ao norte, exposta a fortes e frequentes intempéries, contra todo costume de construção local.


“É anômalo também que a única janela esteja colocada a oeste e, portanto, aberta a uma pequena iluminação. Prática de construção também não exercida na época.

“Todavia, se comparamos com os resultados das investigações feitas em Nazaré, todas estas anomalias desaparecem. A casa de Loreto não tem bases porque as bases estão em Nazaré, onde antes se encontrava. Tem somente três paredes porque estava apoiada em uma gruta escavada na rocha que abrigava um único bloco habitacional”.


Arquiteto Nanni Monelli: concordância das medidas de Nazaré e Loreto

Um estudo extraordinário, realizado pelo arquiteto Nanni Monelli em 1982, demonstrou que as medidas da casinha de Loreto e também a espessura das três paredes correspondem perfeitamente com as medidas das bases que se encontram em Nazaré. As pedras e paredes são tipicamente palestinas e também os tipos de trabalho aplicados na pedra.

“Nanni Monelli aprofundou a investigação das pedras. Chegou à conclusão de que estão trabalhadas com uma técnica específica desses lugares palestinos, própria da cultura nabatea”, sublinha o Pe. Santarelli.

Os graffitti


“Eu – acrescenta o Pe. Santarelli – depois realizei um estudo específico sobre os gráficos legíveis a respeito das diversas pedras da Santa Casa de Loreto. 

“Identifiquei por volta de cinquenta inscrições próprias dos judeu-cristãos da Terra Santa e semelhantes aos encontrados em Nazaré. 


“Também decifrei uma inscrição em caracteres gregos sincopados, que traduzida diz: ‘Oh Jesus, filho de Deus’ – frase inicial de uma oração que se encontra escrita em uma gruta anexa à casa de Maria em Nazaré.


“Estes e muitos outros detalhes levam à mesma conclusão: a Casa de Loreto é precisamente aquela que até 1291 se encontrava na Palestina e que era venerada havia 1.300 anos como a Casa da Virgem. 

“Depois de anos de estudos, análises e investigações arqueológicas realizadas com os meios mais sofisticados, somos capazes de afirmar categoricamente que esta casa é exatamente aquela que até o final do século XIII era reverenciada em Nazaré como a casa da Virgem” – conclui.


A visão de Santa Catarina de Bolonha

Santa Catarina de Bolonha, corpo incorrupto


Santa Catarina de Bolonha (1413-1463) escreveu em 1440 (portanto, perto de trinta anos antes da narração da “Translatio miraculosa” referida pelo Beato Giovanni Spagnuoli e por Pier Giorgio di Tolomei, apelidado Teramano) que lhe foi sobrenaturalmente revelado como aconteceu o miraculoso traslado. Diz a santa:

“Por fim, esta moradia consagrada pelos Apóstolos que nela celebraram os divinos mistérios e praticaram milagres, por causa da idolatria daquele povo foi transportada até a Dalmácia por um cortejo de anjos. A seguir, pelas mesmas razoes e outras ainda, levaram esta digníssima igreja a vários locais. Finalmente, foi levada pelos santos anjos e colocada estavelmente em Loreto, província da Itália e nas terras da Santa Igreja” (Rosarium, I Mist. Gaud., vv.73 ss.- tradução do texto latino publicada pelo “Messaggio della Santa Casa”, 2001, nº 7, p.211).



A Anunciação na Santa Casa de Nazaré, 
segundo o Evangelho de São Lucas:


26. No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,

27. a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria.

28. Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.

29. Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.

30. O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.

31. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus.

32. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó,


33. e o seu reino não terá fim.

34.Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?

35. Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.

36. Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril,

37. porque a Deus nenhuma coisa é impossível.

38. Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.


(O relato da Visitação a Santa Isabel, prima de Nossa Senhora, imediatamente ligado ao passo da Anunciação acrescenta elementos que ajudam a entender melhor a própria Anunciação)

Visitação de Nossa Senhora a Santa,
Isabel, University of California Berkeley


39. Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá.

40. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.

41. Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.

42. E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.

43. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?

44. Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.

45. Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!

46. E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,

47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,

48. porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,

49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.

50. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.

51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.

52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.

53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.

54. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,

55. conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.


São Lucas, 1, 26-55



Video: Santa Casa de Loreto: a translação milagrosa e a ciência
Se seu e-mail não visualiza corretamente o vídeo embaixo CLIQUE AQUI

sábado, 28 de abril de 2012

QUALQUER IMAGEM É ÍDOLO!

Imagens e Ídolos são Diferentes? O que diz a Biblia Católica sobre as Imagens dos santos e de Maria?

O site mentiroso que estou agora desmentindo defende o seguinte:
1. "Existe uma falsa distinção entre imagem e ídolo, o que diz a Bíblia católica sobre isso? De fato, nem toda imagem é um ídolo, mas toda imagem que passa a ser cultuada, servida, carregada, e considerada como poderosa, tornar-se um ídolo, e agora, provaremos isso, com a Bíblia católica e seus respectivos estudos: A Bíblia Católica nos diz, que imagem e ídolo é o mesmo (Isaías 02:08 e 10:10/ II Crônicas 33:07). Vamos transcrever alguns destes: Isaías 10:10 "Ora, se a minha mão alcançou aqueles reinos de ídolos, cujas imagens eram mais numerosas que em Jerusalém e Samaria". Veja, então que a Bíblia católica nunca fez distinção entre imagens e ídolos..."


OBSERVAÇÃO FOTO ACIMA - Fosse assim, nossos primeiros mártires seriam todos idólatras, pois deixaram muitíssimas imagens nos locais de suas reuniões.


 por OSWALDO em 27/05/2012

NÃO JULGUEIS...
Resposta: - "A Bíblia católica nos diz...". Que coisa mais boba! Quem não vê, pelo contexto na própria passagem, que o termo "imagem" se refere a "ídolos": "... reinos de ídolos, cujas imagens...". Vai ver que o articulista ignora que a palavra "cujas" significa "dos quais...", isto é, que as tais imagens são dos ídolos. De quanto delírio se utilizam para demonstrar que o preto é branco, que o alto é baixo, que o gordo é magro, que o fétido é cheiroso! "Passa a ser cultuada, servida...". Que raciocínio deslumbrante! É por isso que Cristo proíbe terminantemente que cristãos julguem o próximo (Mt 7,1-2). Pior: o julgamento aqui vai na pura maldade, pois a caluniador sequer leva em consideração que o culto e serviço não se dirigem à imagem que é inanimada, mas à pessoa simbolizada por ela.
2.... sobretudo, há um terrível engano, veja o que diz um site católico: " Imagem não é o mesmo que ídolo...Foi Deus ainda que ordenou a Moisés levantar uma "serpente" de metal (Nm 21, 8)... Deus proíbe a idolatria e não o uso de imagens...". Ora, o uso de imagens é idolatria! E já provamos que imagem é sim o mesmo que ídolo, e ainda enfatizaremos esta verdade. Mas e quanto a serpente feita no deserto?
Então Deus que mandou 
fazer imagens era idólatra
"... o uso de imagens é idolatria!...".
Mas que, Mané, idolatria é essa?!!!! Então, Deus que as usou era idólatra? Ele falava a Moisés dentre as imagens de dois santos - Ex 25,22. Para os entendimentos de curto alcance, esclareço que OS ANJOS SÃO SANTOS - Mc 8,38.
3. O interessante, é que o site católico só mostra a ocasião em que a serpente foi feita, mas não dizem o que aconteceu com a mesma, quando esta, passou a ser carregada em procissões, deram um nome a ela, e lhe queimavam incenso. Hoje, fazem tudo isso com as imagens: Procissões, dão nomes, e acendem velas. Veja o que diz a Bíblia católica sobre o que aconteceu com a serpente feita no deserto: I Reis 18:04 "Ele acabou com os lugares altos, quebrou as estelas e derrubou os postes sagrados.Despedaçou também a serpente de bronze que Moisés havia feito, porque os israelitas ainda queimavam incenso diante dela. Eles a chamavam de Noestã."
Deus mandou fazer uma serpente de bronze
"... esta [a serpente de bronze], passou a ser carregada em procissões...".

Não existe isso nem na Bíblia completa católica, nem na incompleta e falsificada dos protestantes.
"... não dizem o que aconteceu com a mesma...".

A coisa tinha virado idolatria, e, daí? Porventura não foi Deus que a mandou fazer? Seria, porventura, errado que os homens olhassem para aquela imagem desejando a cura de suas feridas, de conformidade com a ordem divina? Tratava-se, pois, de algo bom, da mesma forma que também era bom o homem que tinha criado, mas que, infelizmente, por sua própria culpa, se deixara levar pela sedução do "pai da mentira" sucumbindo-se à tentação. Que fez Deus? Mandou que seus anjos o destruíssem? Assim também não destruiria o símbolo de seu Filho crucificado. Ezequias destruiu esta obra de Deus, movido por um zelo equivocado.
4.Lembram-se do que aconteceu com a imagem de Aparecida? Esta foi encontrada já quebrada, mas a colaram, deram-lhe um nome (tal como fizeram com a serpente), depois começaram a dar-lhe culto, acendendo velas. Certo dia, esta sofreu um atentado, e foi feita em quase 200 pedaços, segundo fontes católicas, despedaçada, tal como foi feito com a serpente, mas, as pessoas insistem no paganismo, e novamente a reconstituíram, e até hoje, lhe prestam culto. Por que eles também não falam disso?
"As portas do Inferno não prevalecerão contra ela"
O que "crente" não sabe é que "culto" nem sempre significa culto de adoração. Esta palavra deriva de "cultivar", donde, conforme conselho de Cristo, cultivamos a amizade dos santos - aqueles que já estão na posse dos bens eternos (Lc 16,9) - ou seja, prestamos-lhes um culto de veneração (segundo o dicionário: amar muito, ter profundo respeito, acatar). Além disso, como a serpente de bronze hasteada no deserto, as imagens católicas não têm por si mesmas, nenhum poder, porém as respeitamos como  símbolos sagrados e através delas manifestamos nosso amor a Deus, aos anjos e aos santos. Por outro lado, acreditar que a Igreja de Cristo se deixou contaminar pelo paganismo, é duvidar das palavras divinas que dizem: "... as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Da mesma forma que, através desses símbolos manifestamos nosso amor, Satanás, através de seus seguidores, manifesta extremo ódio a Deus, aos anjos e aos santos, cobrindo seus símbolos sagrados com toda sorte de ultrajes, cuspindo e escarrando, injuriando e quebrando.

5. ... 
ídolo e imagem é o mesmo: Para não ter dúvidas, vamos ler Sabedoria 13:16 "... o ídolo não pode cuidar de si mesmo: é apenas uma imagem e precisa de ajuda." e até um estudo da Bíblia Católica nos diz que não existe nenhuma diferença, confira: "A palavra ídolo, em grego, significa imagem, estátua, isto é reprodução de alguma coisa ou pessoa." (Bíblia Católica, Edição Pastoral, página 894). A Bíblia católica foi clara: O ídolo não pode cuidar de si mesmo, pois este é só uma imagem, uma estátua! Logo, se ídolo é imagem, Deus proibiu que se fizesse qualquer imagem, confira na sua Bíblia: Êxodo 20:4 " Não faça para vocês ídolos, nenhuma representação daquilo que existe no céu, na terra , ou nas águas que estão debaixo da terra."

Fiquei de queixo caído! Vamos apreciar esta lógica: "Todo ídolo é imagem, logo qualquer imagem seja ela a de uma cruz, um anjo, ou um santo,  tem que ser ídolo".

Se isto é verdade podemos também pensar: "Todo animal é jumento porque todo jumento é animal" E o pior é que, segundo a linha desse raciocínio, o próprio Deus, dentre outros ídolos, mandou fazer dois para colocá-los sobre o tampo da Arca (Ex 25).  
6. E até um estudo da Bíblia Católica nos diz que não existe nenhuma diferença, confira: "A palavra ídolo, em grego, significa imagem, estátua, isto é reprodução de alguma coisa ou pessoa." (Bíblia Católica, Edição Pastoral, página 894). Quero transcrever ainda, um outro estudo desta mesma Bíblia católica:
Blá-blá-blá!!!!! O mesmo raciocínio mulambento.
7. "O aspecto diabólico da idolatria consiste em explorar a boa vontade e ingenuidade do povo para fins lucrativos. Em nome do dinheiro, os fabricantes de ídolos não receiam de manipular Deus, a verdade, a justiça e o amor." (Bíblia católica edição Pastoral, página 895). A mesma Bíblia católica, diz que realmente, o intuito em se fazer imagens, é ganhar dinheiro, veja: Sabedoria 15:12-13. "O oleiro considera a nossa vida como um jogo, e a existência como negócio lucrativo. Ele diz: 'É preciso tirar proveito de tudo, até mesmo do mal'. Sim, mais do que todos os outros, esse homem sabe que está pecando: fabrica de matéria terrestre vasos frágeis e estátuas de ídolos." "Quem fundiria uma imagem senão para conseguir alguma vantagem? Vejam: seus devotos, todos são enganados, porque os escultores não são mais do que homens. Que eles todos se reúnam para comparecer: ficarão apavorados e envergonhados." Isaías 44:10-11.
USANDO OS PÉS NO LUGAR DAS MÃOS
É evidente que o articulista, racionalmente pouco dotado, anda pondo os pés no lugar das mãos, achando que toda imagem é ídolo, e, em consequência, supõe que Deus, que abomina os ídolos, chegou a mandá-los fazer.
8. O QUE É PRECISO FAZER? "É preciso fazer com que eles se calem, pois estão pervertendo famílias inteiras ensinando o que não devem, com a intenção vergonhosa de ganhar dinheiro."Tito 01:11.
É esta a ação maléfica dos hereges que, inspirados por Satanás, vivem iludindo o povo de Deus. Dentro da Igreja podemos fazê-los calar. Porém ao serem expurgados do rebanho de Cristo continuam, lá fora, a fazer proselitismo. Quem tem fé fica. Quem não tem se deixa levar por suas tolices.

9.O QUE MAIS A BÍBLIA DIZ SOBRE AS IMAGENS? "Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outro, nem a minha honra, às imagens de escultura." Isaías 42:08. Veja o que Deus diz sobre esses que fazem procissões: "Esses que carregam as suas imagens de madeira são ignorantes: dirigem suas preces a um deus que não é capaz de salvar." Isaías 45:20 "Os ídolos são vazios e ilusórios." Jeremias 51:18. "Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar." Jeremias 10:05.
Vamos ver o original hebraico de Isaías 42,8 que foi traduzido por "imagens de Escultura":
 "אני יהוה הוא שמי וכבודי לאחר לא אתן ותהלתי לפסילים"

Que é "לפסילים"? Coloquemos este termo no tradutor Google Hebraico-Português e que obteremos de retorno? Isto: "Ídolos"; Nos demais versículos, 45,20 e 51,18 a tradução já é mesmo "ídolo".
10. Adoração e Veneração: Dizem também que adorar é diferente de venerar. Mas, consulte ai um dicionário em sua casa e veja o que ele diz...
Pois sim, vamos ver isso no dicionário Michaelis:
- venerar - (lat venerari) vtd 1 Tratar com profundo respeito; render culto a: "Todos a tínhamos e a venerávamos como uma santa" (Fernando de Azevedo). 2 Acatar, respeitar muito, ter em grande consideração: Venerar a ciência, venerar a religião. 

Eita!!!! Neste não deu nada. A única dúvida sobre "culto" já foi explicado acima. Vamos para outro, o Priberam:

- venerar - Conjugar - v. tr. - 1. Demonstrar veneração por. 2. Ter estima respeitosa por. 3. Reverenciar. 4. Acatar; ter em grande consideração.
Também não! Então vejamos o que consta com relação ao termo "Adorar". No Michaelis:
adorar - (lat adorare) vtd 1 Reverenciar, venerar. 2 Amar extremamente, idolatrar. 3 Gostar muito de. 4 Prestar culto a; cultuar. Antôn: desadorar, detestar.
Afinal neste apareceu "reverenciar" e "venerar". Com efeito, o termo "adorar" pode também ser aplicado com a acepção de de "venerar" que é o mesmo que "gostar muito de". Também já encontrei a palavra "venerar" com o sentido de adorar. Portanto, para se saber o verdadeiro significado será preciso ver o contexto em que foi inserida a expressão adorar ou venerar.
11. A própria Bíblia católica diz que a veneração de santos e imagens e proibida por Deus: Baruc 06:03 "por enquanto terei de ver na Babilônia esses deuses de prata, de ouro ou de madeira, que costumam ser carregados nos ombros e que provocam respeito entre os gentios".
USO DE IMAGEM EM CULTO PROTESTANTE
"... ver na Babilônia esses deuses de prata, de ouro ou de madeira, que costumam ser carregados nos ombros e que provocam respeito entre os gentios". 
Pelo jeito a Bíblia católica está falando de imagens de ídolos e não de qualquer imagem, pois fala "esses deuses".
12. No estudo de rodapé desta Bíblia católica, diz: "6,3 - Outra tradução: suscitam veneração. Logo, há outra tradução católica que diz: "...que costumam ser carregados nos ombros e que suscitam veneração entre os gentios" Baruc 06:03. Logo, a Bíblia católica diz claramente que as imagens por eles veneradas, são ídolos, e a Bíblia católica afirmou veementemente que a veneração destes ídolos é paganismo. 

.Simples ignorância, uma vez que o termo "veneração" pode ser usado com a acepção de "adoração".
Todo animal é jumento 
 porque todo jumento 
é  animal
13. Vamos encerrar este estudo, lendo mais algumas citações encontradas na Bíblia católica: Jeremias 10:14 -15 "Todos ficam tontos, sem entender, e o fabricante de imagens decepcionado com seu ídolo, porque sua estátua é uma mentira,  vida ela não tem. Ídolos são uma coisa vazia, produtos da ilusão, na hora do acerto de contas, serão destruídos." Novamente a Bíblia católica afirmou que as imagens são ídolos! Jeremias 10:03-05 "Coisa tola é a religião desses povos! É um pedaço de pau cortado no mato e trabalho de artista com o formão. Com prata e ouro ele os enfeita, prega com cravos e martelo para que não fique balançando. Fica parecendo espantalho na horta; Não fala e tem de ser carregados porque também não sabem andar. Não vos preocupeis com isso nada de mal podem fazer, como também nada de bom". Mas você que está lendo este estudo, glorifique a Deus, "Pois não fomos seduzidos pelas invenções da perversa arte humana, nem pelo trabalho estéril dos pintores com suas figuras lambuzadas de diversas cores, cuja vista desperta a paixão dos insensatos e os faz amar a forma inanimada de uma imagem morta." Sabedoria 15:04. Ainda há muito que diz a Bíblia católica, mas reservamos isso, a sua vontade de pesquisar e aprender mais sobre a Verdade.

"... e o fabricante de imagens decepcionado com seu ídolo, porque sua estátua é uma mentira... ". 

Mas é claro que não se trata de qualquer imagem e sim imagem de ídolo. 
E, novamente o articulista continua achando que "toda imagem é ídolo porque todo ídolo é imagem", assim como "todo animal é jumento porque todo jumento é animal"

quarta-feira, 18 de abril de 2012

PRANTOS, SUOR E SANGUE - ANÁLISES CIENTÍFICAS E PRONUNCIAMENTO CANONICO

Akita 4: a Fátima do Oriente ‒ Prantos, suor e sangue: análises científicas e pronunciamento canônico



Novos prantos da imagem


Após as mensagens de Nossa Senhora, a luz ofuscante que cercava a estátua sumiu. 



Em 4 de janeiro de 1975, para o espanto da comunidade e do padre Yasuda, a estátua da Virgem começou a chorar e assim fez três vezes naquele dia. Também foram testemunhas dessa lacrimação, além das irmãs, o bispo Ito e certo número de pessoas que participavam com as freiras de um retiro de Ano Novo. 



As lágrimas coletadas na borda interior dos olhos desciam pelas bochechas, as coletadas na borda da borda do vestido perto da garganta, desciam pelas dobras da túnica e caiam sobre o mundo sob os pés de Nossa Senhora. 




O Pe. Yasuda registrou em seu livro The Tears and Message of Mary (As lágrimas e a Mensagem de Maria), que a estátua: 


“... ficou completamente seca durante anos, desde que foi feita e, havia pouco, algumas rachaduras começaram a aparecer. Já é milagroso que a água flua de tal material, mas é ainda mais prodigioso que um líquido levemente salgado, com as características da verdadeira lágrima humana possa ter escorrido precisamente a partir dos olhos.”

O número de lacrimações foi de 101, e aconteceram em intervalos irregulares desde 4 de janeiro de 1975 até 15 de setembro, 1981. 



De acordo com os registros mantidos pelas irmãs, o número de pessoas que assistiram às lacrimações apenas não foi registrado em cinco ocasiões. 



Todas as outras vezes foram testemunhadas por não menos de dez pessoas, às vezes até 46, 55 e 65 pessoas. Algumas das testemunhas não eram cristãs e algumas eram budistas proeminentes, incluindo o prefeito da cidade. No total foram mais de 500 pessoas. 



A lacrimação de 8 de dezembro de 1979 foi filmada por uma equipe de televisão às 11 horas da noite, na Festa da Imaculada Conceição, e foi transmitida para 12 milhões de pessoas em todo o Japão. O vídeo é agora mostrado pelas freiras do convento, e foi reproduzido pelas agências de notícias em todo o mundo. 


O escultor


O escultor da estátua foi Saburo Wakasa, um não-católico morador de Akita.



No final de maio de 1974, verificou-se novo fenômeno. 



Enquanto o vestuário da estátua e os cabelos mantinham o aspecto natural da madeira natural, o rosto, mãos e pés ficaram ressaltados por uma cor escura, castanho-avermelhado. 



Quando o escultor foi ver a estátua ‒ oito anos após entalhá-la ‒ ele não conseguiu esconder sua surpresa, pois apenas as partes visíveis do corpo de Nossa Senhora tinham mudado de cor, e o próprio rosto mudara de expressão. 



Interrogado sobre os acontecimentos relacionados com a estátua, respondeu: 


“A estátua de Maria foi o meu primeiro trabalho relacionado com o cristianismo. Das minhas várias estátuas, só aconteceram eventos misteriosos com a estátua de Maria em Yuzawadai... Eu esculpi a estátua de Maria, o globo, e a Cruz num único bloco de madeira, para não haver encaixes... A madeira na qual eu esculpi a estátua de Maria estava muito seca e bastante dura”.


Interrogado se ele achava “milagre” o derramamento de lágrimas da estátua de Maria, ele respondeu: “É um mistério”. 


Análises dos fluídos


Dom Ito consultou ao Professor Sagisaka, um não-cristão especialista em medicina forense, para fazer uma análise científica rigorosa dos três fluidos, sem o bispo lhe revelar a fonte. 


Veja vídeo
Documentário (inglês):
Nossa Senhora, Akita,
Irmã Inês, D. Ito e os fatos

O resultado foi: “A matéria recolhida na gaze é sangue humano. O suor e as lágrimas absorvidas pelos dois pedaços de algodão são de origem humana”. 



O sangue encontrado pertencia ao grupo B, e o suor e lágrimas ao grupo AB. A Irmã Inês pertence ao grupo B. 



Uma outra análise dos fluidos foi conduzida pelo Dr. Sagisaka do Departamento de Medicina Legal da Faculdade de Medicina da Universidade de Akita. Os resultados foram entregues em 30 de novembro de 1981 e revelaram que: 


“No objeto analisado há líquidos humanos que pertencem ao grupo sangüíneo O”.


Desde que a primeira análise revelou que o sangue pertencia ao grupo B e o suor e lágrimas ao grupo AB, ficou estabelecido que os fluidos pertencem a três grupos sanguíneos diferentes. 



É fato médico que o sangue, suor e lágrimas de um indivíduo pertencem ao mesmo grupo de sangue. Um fluido não pode ser de um tipo diferente dos outros fluidos do mesmo corpo. 



Posto que o tipo da Irmã Inês é do grupo B, ela não poderia ter “transferido” sangue ou fluidos do grupo AB ou O. As objeções segundo as quais a Irmã Inês teria sido a fonte ficaram assim refutadas. 


O Anjo da Guarda


Na Festa de Nossa Senhora das Dores [15 de setembro] de 1981, a estátua chorou pela última vez. Duas semanas depois, o Anjo guardião da Irmã Inês apresentou-lhe uma grande Bíblia envolta numa luz brilhante. 



A Bíblia aberta estava aberta no Gênesis 3:15. O anjo explicou que a passagem tinha um relacionamento com as lágrimas de Maria e, em seguida, continuou: 

“O pecado entrou no mundo por uma mulher e é também por uma mulher que a salvação veio ao mundo”.


A primeira foi Eva, e a segunda, Nossa Senhora. 


Cura da surdez


A Irmã Inês estava totalmente surda, incurável, quando entrou na comunidade, tendo perdido sua audição em 16 de março de 1973. A religiosa só era capaz de falar e entender mensagens faladas por leitura labial. 



Como lhe anunciou seu Anjo da Guarda, ela temporariamente recuperou o ouvido de 13 de outubro de 1974, mas a surdez retornou em 7 de março de 1975. Sua audição foi definitivamente restaurada em 30 de maio de 1982, como previu Nossa Senhora na primeira mensagem de 6 de julho de 1973. 



Ambas as curas ocorreram instantaneamente durante a bênção do Santíssimo Sacramento. 


O julgamento canônico


O Núncio Apostólico aconselhou Dom Ito de procurar o apoio do Arcebispo de Tóquio para a criação de uma comissão de inquérito canônico. Infelizmente, para relator da comissão foi nomeado um não-católico, foi nomeado presidente do grupo.



Nenhum dos membros da comissão visitou o convento para conduzir um inquérito, e a comissão proferiu uma sentença desfavorável. 



Recusando-se a aceitar o veredicto negativo dos acontecimentos que ele próprio testemunhou, o Bispo Ito pediu conselho à Congregação para a Doutrina da Fé, e à Congregação para a Propagação da Fé em Roma. 



Foi-lhe, então, aconselhado formar outra comissão para estudar os acontecimentos desde o início. Esta comissão emitiu um veredicto favorável sobre os aspectos sobrenaturais dos eventos. 



A lei canônica sobre o julgamento de uma aparição mariana é de 1978. De acordo com ela “a autoridade para proferir uma conclusão sobre a autenticidade de uma aparição mariana cabe canonicamente ao normal (o bispo) da diocese local, onde a aparição ocorreu”. 



Em carta pastoral datada de 22 de abril de 1984, Dom João Ito, bispo ordinário da diocese de Niigata, escreveu: “autorizo ao longo de toda a diocese de que eu sou responsável, a veneração da Santa Mãe de Akita.” 



O bispo observou que os eventos envolvem apenas uma revelação privada, e não tocam pontos de doutrina. 



E acrescenta:


“Agora chegou o tempo em que eu faça o meu dever como bispo da diocese de Niigata e assuma a responsabilidade de estabelecer: 


“1º As manifestações com relação à Imagem da Mãe de Deus em Akita mostraram todos os sinais, pelas repetidas manifestações místicas, de ter um autêntico caráter sobrenatural; nada pode demonstrar que tenham uma natureza contrastante com as virtudes cristãs ou que sejam em contraste com a fé cristã. 



“2º Na espera da decisão final da Santa Sé, se concede aos fiéis venerar a Mãe de Deus de Akita, como estátua milagrosa.” 



“Em sua carta pastoral também diz que conheceu a Irmã Inês Sasagawa durante 10 anos. “Ela é uma mulher de espírito profundo, franca e sem problemas, ela sempre me impressionou como uma pessoa equilibrada. Por conseguinte, a mensagem que ela diz ter recebido não me parece ser de qualquer forma o resultado da imaginação ou alucinação”.


Quatro anos depois, em 20 de junho de 1988, durante uma visita do Dom Ito a Roma, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, aprovou o conteúdo da carta pastoral. 



Os reconhecimentos oficiais das ocorrências e as mensagens de Nossa Senhora foram publicados em outubro de 1988 pela revista “30 Dias”. A edição de agosto de 1990, cita o Cardeal Ratzinger ‒ hoje Bento XVI ‒ dizendo que “não há objeções à conclusão da carta pastoral.” 



O então Cardeal Ratzinger convidou o bispo de continuar a informá-lo sobre as peregrinações e as conversões.